EDITORIAL

Olá, Amigos!
Hoje, 25 de setembro, é o Dia Mundial do Sonho. Segundo a máxima cuja autoria é atribuída ao filósofo Nietzsche, “Nada é tão nosso como os nossos sonhos.” E todos os sonhos são legítimos, e à nossa medida, desde que não atentem contra a liberdade dos outros sonharem. 
A Escola é um espaço onde cada um de nós, à sua maneira, vai buscar matérias e ferramentas para esculpir os sonhos. Porém, o trabalho tem de ser nosso para os concretizarmos. Defendo melhor o meu ponto de vista se estiver habituado a pensar, a organizar o pensamento. Defendo-me melhor se aprender como o posso fazer, se souber onde procurar. Defendo-me melhor se souber ler, escrever e argumentar. Defendo melhor a minha cultura, o mundo e o planeta, se aprender a respeitar a cultura do outro, a tolerar o outro e a não tolerar, manifestando o meu desagrado, o que vai contra os direitos e a dignidade de cada um, contra a destruição do planeta. E quem não sonha com um mundo melhor?
Começo este ano letivo a falar de “sonhos”: os que transportas na mochila de casa à escola, os que libertas na sala de aula, os que trazes de regresso a casa, os que guardas no pensamento, no coração e no futuro.
Nas últimas eleições gerais de Angola, ocorridas em agosto passado, largamente noticiadas pela comunicação social, perguntaram a uma criança angolana o que queria ser quando fosse grande. A sua resposta foi “Camponesa. Porque assim não passamos fome.”
E tu, quais são os teus sonhos?
Bom Ano Letivo para todos!